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quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

30/12/2020 - População da Amazônia recebe agentes de crédito do BASA

Parceria entre o Banco da Amazônia e a Conexsus tem como objetivo a inclusão social e bancária das comunidades tradicionais da região

Alcançar o desenvolvimento de uma região que tem pouco ou quase nenhum acesso às linhas de crédito, investir em produtores que têm como objetivo extrair de forma sustentável e trabalhar a capacitação desses produtores é o objetivo da parceria entre o Banco da Amazônia (Basa) e a Conexsus - Instituto Conexões Sustentáveis.

O acordo firmado traz possibilidade do crédito chegar em lugares antes de difícil acesso. O objetivo é levar mais de R$30 milhões de reais para as comunidades ribeirinhas, quilombolas e das ilhas da região até o final de 2021. “Para o Banco da Amazônia, manter essa parceria com o Instituto é importante para o desenvolvimento de forma sustentável da nossa região, fazendo com que o crédito chegue a todo mundo, sem distinção da geografia onde eles vivem”, completou o gerente executivo de Pessoa Física do Basa, Luiz Lourenço.

Luiz Lourenço de Souza Neto, gerente executivo de Pessoas Físicas do BASA


A mão de obra utilizada para cadastrar as comunidades tradicionais são todas locais, esse ano já estão sendo treinados 68 agentes de crédito, cada agente atenderá cerca de 50 produtores por mês. O BASA espera atender e fomentar a economia local com o objetivo de garantir a floresta nativa e desenvolver a região. 

A Conexsus - Instituto Conexões Sustentáveis está há mais de quatro anos no mercado e mantém parcerias com mais de uma centena de cooperativas e associações de extrativistas, pescadores e agricultores familiares da Região Amazônia, estas parcerias viabilizam a identificação de técnicos da área das ciências agrárias com conhecimento técnico dos sistemas produtivos locais.

Para a Diretora da Conexsus, Carina Pimenta, o modelo de microcrédito é inovador porque aproxima as organizações econômicas socioambientais, as unidades familiares de produção, os técnicos das localidades indicados por organizações econômicas locais, as agências do Banco da Amazônia, as organizações não governamentais e, em muitos casos, as empresas compradoras de produção dos extrativistas e agricultores familiares de Região Amazônica. “O esforço deste conjunto de atores, liderados pelo Banco da Amazônia e Conexsus, objetiva interiorizar o crédito rural do Pronaf com redução dos custos indiretos para os extrativistas, pescadores e agricultores familiares que buscam os financiamentos. Vamos ampliar o número de unidades de produção que praticam o extrativismo sustentável com apoio de técnicos, educação financeira e crédito rural oportuno, adequado e suficiente”, complementa a diretora.

O trabalho desse novo momento do instituto espera atender mais de 4 mil famílias até 2021, trazendo mais crédito para pessoas que não tinham acesso e promovendo mais empregos na região.

sábado, 20 de novembro de 2010

Entrega dos Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente


Ontem (19/11), aconteceu a cerimônia de entrega dos prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, em Manaus. O evento ocorreu no salão de eventos do clube do trabalhador, na alameda Cosme ferreira, nº 7399- São José I .

O Presidente do Banco da Amazônia Abidias Junior participou da entrega dos prêmios para os projetos selecionados. Foram comemorados também os 50 anos da FIEAM (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas) e os 200 anos da presença judaica na Amazônia.

O Banco da Amazônia participa desta iniciativa desde 2004 e já envolveu mais de R$ 1 milhão em apoio financeiro. Os projetos selecionados tem como foco promover reflexões nas perspectivas econômicas, tecnológicas e socioambientais de empreendedorismo, para gerar um desenvolvimento sustentável na Região Amazônica. Além do patrocínio, O Banco da Amazônia também colaborou na seleção dos melhores projetos.

O primeiro lugar do prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente 2010, foi para a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ecológicas no Amazonas, Mariana Semeghini. Ela venceu com o projeto “Sociobiodiversidade, gênero e alternativas econômicas com grupos de mulheres indígenas e ribeirinhas do Rio Cueiras”.

Já o primeiro lugar da categoria ambiental do prêmio professor Samuel Benchimol foi para a pesquisadora Joane Régis da Costa, da Emprapa Amazônia Ocidental. Cada categoria receberá uma premiação no valor de R$ 65 mil e os primeiros lugares das categorias Presença Judaica na Amazônia e Distinção produtiva Amazônica receberão R$ 10 mil cada.